O habitante do século XXI
Que melhor forma de nos aproximarmos em família, do que aproximar as coisas a nós? Não esperes mais: já estamos nas últimas unidades!!!! Marca 555022 para mais informação.
Como vemos o futuro das nossas cidades? Não estaremos antes a regredir na utopia citadina e voltando ao yesterday de New Harmony…? Visamos realmente um futuro, ou pecamos na ignorância de um mundo arcaico e capitalista?
O lugar seguro não é mais um espaço físico, mas o bem material, um meio mercantil; a certidão de estabilidade já não é dada pelo habitar, mas sim, pelo produzir.
Como é que não nos sentimos sós?
… quando a economia de espaço a que chamamos funcional só incentiva a sua precariedade e a perda de qualidade … e as dinâmicas habitacionais reais?, agora são uma ficção só tangível do outro lado do ecrã.
NOTA DE PESAR… A ganância levará o nosso bem mais primário, o nosso espaço no mundo? Este triste panorama mundial junta-se hoje, sem um espaço para o fazer, sem depósito para chorar, rodeados de uma felicidade intransigente e passageira, trazendo o prazer do aparente e a morte da liberdade pessoal.
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